Deputado não consegue impedir futuras ofensas pelo jornalista Juca Kfouri

BRASÍLIA [ ABN NEWS ] — O deputado estadual Fernando Capez, de São Paulo, teve negado recurso em que pedia que o jornalista José Carlos Amaral Kfouri, conhecido como Juca Kfouri, fosse impedido de publicar textos futuros que pudessem ofender sua honra e sua imagem. A decisão, unânime, é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ao analisar o pedido em primeiro grau, o juiz concedeu a chamada tutela inibitória para condenar o jornalista a não ofender o deputado, sob pena de multa no valor de R$ 50 mil a cada nova ofensa. O Tribunal de Justiça de São Paulo deu provimento à apelação de Kfouri para suspender a obrigação de não ofender, o que motivou o recurso do deputado ao STJ.

Segundo o político, que é procurador de Justiça licenciado, ele teve sua honra e imagem seguidas vezes ofendidas por Juca Kfouri em matérias de cunho jornalístico, principalmente em artigos postados em blog. Por essa razão, estaria configurada a ameaça concreta e iminente da ocorrência de novos insultos.

Para a relatora do caso no STJ, ministra Nancy Andrighi, ainda que o deputado tenha demonstrado a existência de risco concreto de violação de um direito fundamental, a tutela inibitória não pode ser deferida.

“Não apenas pela impossibilidade de se exigir o cumprimento específico da obrigação, mas, sobretudo, pelo fato de que isso acarretaria ao recorrido, à imprensa em geral e à própria sociedade um dano excessivo e desproporcional, capaz de abalar as bases constitucionais sob as quais construímos nosso regime democrático”, afirmou Nancy Andrighi.

Cuidado redobrado

Segundo a relatora, diferentemente das tutelas cautelar e antecipada – voltadas à preservação de um direito processual, garantindo a eficácia do provimento final –, a tutela inibitória procura impedir a violação do próprio direito material.

Constitui forma de proteção específica de direitos, em especial aqueles de caráter extrapatrimonial, cuja violação não é adequadamente reparada pela via indenizatória – diante da impossibilidade de se mensurar economicamente sentimentos e emoções –, assumindo propósito meramente consolatório, de compensar a vítima pelo sofrimento suportado.

“O deferimento da tutela inibitória exige cuidado redobrado, sendo imprescindível que se demonstre a presença de um risco concreto de violação do direito, evidenciando a existência de circunstâncias que apontem, com alto grau de segurança, para a provável prática futura de ato antijurídico”, explicou Nancy Andrighi.

Além disso, a ministra ressalta que deve haver certeza quanto à viabilidade de exigir do réu o cumprimento específico da obrigação correlata ao direito, sob pena de se impor um dever impossível de ser alcançado.

Liberdade de Imprensa

Nancy Andrighi afirmou que o caso tem a peculiaridade de se referir a ofensas que seriam veiculadas em matérias jornalísticas. Para ela, a tutela inibitória pretendida prejudicaria o próprio trabalho do jornalista conhecido nacionalmente, com reflexo direto na Liberdade de Imprensa e no direito da população à informação.

“Dessa forma, qualquer medida tendente ao cerceamento da liberdade na divulgação de informações de cunho jornalístico deve ser prontamente reprimida”, disse a ministra no voto. “O dano que essa tutela inibitória causaria à classe do recorrido, aos meios de comunicação e à sociedade em geral é substancialmente maior do que aquele a que está potencialmente sujeito o recorrente”, entende ela.

Além disso, a ministra considera a obrigação imposta em primeiro grau impossível de ser cumprida, ante a extrema subjetividade do que constitui ofensa à honra de uma pessoa. “A honra subjetiva, juízo de valor que cada indivíduo faz de si mesmo, tem mecanismo próprio e individual de aferição, variando de pessoa para pessoa”, ponderou.

“O que ofende a honra subjetiva de um indivíduo pode não ofender a de outro, havendo incontáveis fatores envolvidos nessa avaliação, como raça, cultura, credos, educação, escolaridade, condição social, entre muitos outros”, completou a ministra.

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14º Congresso de Agribusiness da Sociedade Nacional de Agricultura debate o papel do Brasil no cenário global de produção de alimentos

RIO DE JANEIRO [ ABN NEWS ] — A segurança alimentar, com ênfase na produção de alimentos, será o grande desafio para as próximas décadas, em virtude do aumento populacional. Dentro desse contexto, novas propostas para um modelo sustentável começam a gerar debates.

Recentemente, o ex-ministro Roberto Rodrigues propôs a criação do Grupo de Produtores (GP), que seria composto por até 15 nações, entre elas, EUA, Brasil, Argentina, Canadá, Rússia, Índia e Moçambique. O objetivo é estabelecer um amplo programa de segurança alimentar, a partir de um sistema de governança global, sob a gestão executiva da FAO.

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em parceria com a Embrapa, está elaborando uma série de ações para a discussão e concretização de políticas que contribuam para a sustentabilidade e a sustentação da produção de alimentos no Brasil, priorizando a atuação do país no cenário global. Educação, Tecnologia, Infraestrutura, Empreendedorismo, Cultura e Saúde serão algumas das áreas beneficiadas.

No momento, há estudos em andamento para a concepção de uma nova geografia de escoamento da produção brasileira, que deverá mudar do sul para o norte, em virtude da maior proximidade com o mercado internacional.

Muitas iniciativas pretendem equacionar uma questão cada vez mais urgente: como alimentar, de maneira sustentável, todo o contingente humano, que em 2050 será superior a nove bilhões de pessoas?

Esta será a tônica do 14º Congresso de Agribusiness da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), que acontece nos dias 7 e 8 de novembro de 2013, no auditório da Confederação Nacional do Comércio, no centro do Rio de Janeiro.

Autoridades, especialistas e representantes dos diversos segmentos do agronegócio estarão reunidos à ocasião para uma série de palestras e debates em torno do tema “Alimentos”.

Em dois dias de congresso, os participantes poderão acompanhar seis painéis com temática variada, abrangendo desde questões relacionadas à viabilidade econômica, social e ambiental do sistema agroalimentar; ciência, tecnologia e inovação e comércio internacional, até as mais recentes tendências no consumo de alimentos.

Destaques

Durante o evento, serão conhecidas as propostas sobre desenvolvimento da produção agrícola sob a ótica do Observatório Nacional de Transporte e Logística. Além disso, terá início um esforço de incorporação tecnológica por parte da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), do Ministério dos Transportes e do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação para a implantação de um programa inédito, via Internet, de monitoramento por satélite da produção agrícola. Antecipando a realização da APEX Expo 2015, em Milão – haverá ainda um debate sobre a necessidade de mudança do geoposicionamento do Brasil como nação fornecedora de alimentos para o mundo.

Ao final do congresso, será apresentado um documento com propostas e iniciativas que deverão consolidar, no contexto global, a sustentabilidade de produção de alimentos no Brasil nas próximas décadas.

No encerramento, as personalidades que contribuíram com relevância para o desenvolvimento do agro brasileiro serão contempladas em mais uma edição dos prêmios Destaques SNA e Destaques A Lavoura.

O 14º Congresso de Agribusiness – uma parceria entre a SNA, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o CGEE e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação – conta com o patrocínio do Sebrae, do Senar/CNA e do Grupo Segurador Banco do Brasil / Mapfre.

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Matemática: abstração e formalização – Artigo de Renato J. Costa Valladares

Renato J. Costa Valladares, Professor e Escritor, é Doutor em Ciências e Mestre em Matemática. RIO DE JANEIRO [ ABN NEWS ] – É bem conhecida a história do inventor do jogo de xadrez que, por seu invento, pediu ao … Continue lendo

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A Globo e a Transamargura – Artigo de Nicias Ribeiro

Nicias Ribeiro [*]

BELÉM DO PARÁ [ ABN NEWS ] — Por quatro semanas consecutivas o “Fantástico”, da Rede Globo, mostrou ao Brasil toda a extensão da Transamazônica, a BR-230, a partir da Paraíba até Lábrea, no Amazonas, num trabalho jornalístico fantástico, realizado por um repórter instalado com câmera e microfone num ultra-leve, acompanhado por uma equipe de apoio que viajou, por terra,toda a extensão daquela rodovia de mais de 3.000 Km.

O inusitado, é que pela primeira vez,num documentário deste tipo, a Transamazônica não foi adjetivada como sendo uma “obra faraônica” dos governos militares, da época do chamado “milagre brasileiro”. Desta vez, os repórteres ao se referirem a Transamazônica, disseram que era uma obra inacabada do governo federal, o que, sem dúvida, é uma verdade indiscutível e que bem retrata a irresponsabilidade dos governos que sucederam o do Presidente Médici por agirem com descaso, como se os recursos ali investidos não fossem da Nação.

Na verdade, para quem não sabe ou já se esqueceu, a Transamazônica foi inaugurada pelo Presidente Médici em 1972, em solenidade que ocorreu num monumento próximo a Cidade de Altamira, hoje totalmente abandonado e esquecido. Tempo em que, mesmo sendo uma es trada pioneira de chão, a Transamazônica permitia o tráfego de veículos a uma velocidade média de 80 Km/h com absoluta segurança, tal a qualidade da terraplenagem que, aliás, ainda se mantém até hoje em alguns trechos.

Realmente, como disse a reportagem do “Fantástico”, a Transamazônica é de fato “uma obra inacabada do governo federal”. E cuja pavimentação, por trechos, arrastam-se há décadas.

Hoje, como mostrou o “Fantástico”, a Transamazônica está pavimentada da Paraíba até o Maranhão. Daí em diante é uma estrada de chão até adentrar no Pará, após atravessar o rio Araguaia. A partir daí, tem 120 Km de asfalto até Marabá. Dali em diante é estrada de chão até a Cidade de Novo Repartimento, onde recomeça o asfalto que segue até próximo do rio Xingú, em Belo Monte do Pontal, onde tem uma balsa que atravessa os veículos. Do outro lado do Xingú tem asfalto até Altamira e de lá até Brasil Novo, apesar de todas as pontes desse trecho serem, ainda, de madeira. De Brasil Novo a Medicilândia tem asfalto em alguns pedaços, mas, daí até o distrito de Campos Verdes, em Itaituba, que equivale a 300 Km, tudo é estrada de chão. De Campos Verdes até o Distrito de Miritituba, tem 10 Km pavimentados. E da Cidade de Itaituba à Humaitá, 500 Km, tudo é estrada de chão e assim continua até Lábrea, no Sul do estado do Amazonas.

Na verdade, o referido documentário do “Fantástico”, mais do que mostrar que a “Transamazônica é uma obra inacabada do governo federal”, mostrou, principalmente, a falta de responsabilidade dos governos da República em não darem continuidade as obras iniciadas nos governos anteriores, como é o caso da Transamazônica, a BR-230, cuja abertura foi inaugurada em 1972 pelo Presidente Médici, portanto há 40 anos e que, até hoje, não foi pavimentada em toda a sua extensão, mesmo tendo, só em território paraense, uma população residente de aproximadamente hum milhão de pessoas e um rebanho bovino em torno de 500 mil cabeças;além de mais de 70 milhões de árvores de cacau plantadas e produzindo;mais de 5 milhões de árvores de café, do tipo robusta e conilon plantados e produzindos; além, é claro, de uma grande produção de milho, arroz, mandioca e outros produtos.

Ressalte-se, que na Transamazônica entre Altamira e Rurópolis existem grandes manchas de terra roxa de ph 4-4,5 e 5, que, obviamente, devem ser utilizadas em culturas nobres como o cacau e café; lembrando, ainda, que o cacau ali produzido é o de melhor qualidade,em face do seu grande teor de manteiga e alto ponto de fusão, e que, apesar disso, é classificado como “refugo”, devido a grande umidade da região e ao deficiente processo de secagem das amêndoas, graças ao insuficiente número de barcaças.

Essa é a Transamazônica de tantos brasileiros que, nos anos 70, deixaram os seus Estados para virem ocupar as “terras sem homens da Amazônia” e que, vergonhosamente, diferente do que sonharam, sofreram ontem e continuam sofrendo, ainda, na Transamargura de hoje, e sabe-se Deus até quando.

[*] Nicias Ribeiro, Especialista em Energias, é Articulista e Engenheiro Eletrônico.

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Cristo Redentor quarta dimensão e alguma habilidade

Renato J. Costa Valladares [*]

RIO DE JANEIRO [ ABN NEWS ] — Fique na posição do Cristo Redentor (braços abertos) e imagine três retas. A primeira horizontal e paralela a seus braços, crescendo para a direita. A segunda, também horizontal, paralela à linha visão, crescendo para frente. A terceira reta deve ser vertical e crescer para cima. Imagine ainda que estas retas se cruzem em um único ponto em cima de uma mesa que esteja o seu alcance.

Para entender a quarta dimensão, vamos começar materializando as retas acima. Isto pode ser feito com dois pedaços de arame. Um com uns 30cm e outro com uns vinte. Dobre o arame maior ao meio formando duas pernas em ângulo reto. O ponto de dobra é uma materialização do conceito matemático de “origem”.

Enrole uns 5cm do arame menor em uma das pernas do arame maior, iniciando este trabalho na origem, de maneira que a parte não enrolada fique neste ponto. Feito isto, modele a parte não enrolada do arame menor de maneira a obter uma 3ª perna que forme um ângulo reto com cada uma das pernas iniciais. Se você fez tudo certo, sua “escultura” terá a forma de um tripé em que qualquer perna forma um ângulo reto com as outras duas. A origem é o ponto de encontro das 3 pernas.

Coloque o tripé na mesa de maneira que duas pernas fiquem sobre esta e a terceira aponte para cima. Arraste o tripé para que a origem fique encima do ponto de encontro das retas. A seguir rode-o de tal forma que uma perna aponte para a direita e a outra aponte para frente. Se você tiver dificuldades não se assuste porque estas manobras são sempre possíveis. Use alguma habilidade que você consegue. Finalmente amarre uma volta de barbante na perna virada para a direita e duas voltas na perna apontada para frente.

Parabéns, você acabou de materializar o conceito matemático de “referencial destrógeno”. É usual usar medidas nestas retas e os números que quantificam as medidas são conhecidos como coordenadas destrógenas. O nome “destrógeno” se refere a uma posição dos dedos da mão direita (destra) para explicar a posição das retas. Cá entre nós, seria simpático mudar o nome e nos referirmos a coordenadas e referencial do Redentor. Vai que Ele goste da ideia e nos ajude a entender melhor a Matemática.

Para usar estas coisas no estudo da 4ª dimensão devemos duplicar tudo o que fizemos acima, com uma diferença. Amarre uma volta de barbante na perna apontada para frente e duas voltas na perna virada para direita. A seguir procure encaixar os dois tripés, um no outro, de maneira que a origem de ambos coincidam; as pernas sem barbante se superponham; as pernas com uma volta de barbante se superponham e as pernas com duas voltas também se superponham. Tudo isso de uma só vez. Se o leitor tentar terá muitas dificuldades. Em verdade, tirando o Redentor e restringindo a questão aos simples mortais, nenhum deles conseguiu, até hoje, fazer semelhante façanha.

A Matemática mostra que esta superposição é impossível porque, os referencias usados, têm orientações diferentes e, nestas condições a superposição só é possível se passar pela 4ª dimensão. Assim se alguém um dia for à 4ª dimensão deve antes construir dois tripés como os acima. Lá ela faz a passagem pala 4ª dimensão e retorna ao nosso mundo com as superposições que provarão sua viagem. Enquanto este dia não chega, faremos abaixo uma passagem pela 3ª dimensão que é bem mais simples.

Para fazer isto usaremos um arame de 30cm dobrado na origem como foi feito acima. Colocamos este arame sobre a mesa com a origem no encontro das retas, uma perna apontado para a direita e outra para frente. Amarre uma volta de barbante na perna voltada para a direita. Modele outro arame igual, salvo pela diferença de o barbante estar na perna voltada para frente. Agora procure encaixar os dois modelos mantendo a origem e superpondo as pernas como no tripé acima. Mas uma vez estaremos frente a uma impossibilidade, se isto precisar ser feito sem que nenhuma das pernas de afaste da mesa. Também neste caso os referenciais têm orientações diferentes e a impossibilidade de sair da mesa prende os referencias às duas dimensões no plano.

Se for possível afastar as pernas da mesa, as coisas se simplificam, pois agora podemos passar pela 3ª dimensão. Isto pode ser feito se rodarmos uma perna usando a outra como eixo. Neste caso, a perna que rodou fez a passagem pela 3ª dimensão que possibilia o encaixe.

Para passar pela 2ª dimensão observemos um nadador competindo. Ele se desloca na raia em uma única direção até se deparar com o fim da piscina. Para continuar nadando o atleta dá a virada que, em última análise, é uma passagem pela 2ª dimensão, pois ao mergulhar o nadador usa a dimensão vertical que é a 2ª dimensão que o tira do confinamento unidimensional imposto pela raia.

O leitor interessado pode solicitar mais informações por meio do “fale conosco” no site www.portalmatematica.com

Renato J. Costa Valladares, Professor e Escritor, é Doutor em Ciências e Mestre em Matemática.

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Georgiana Braga-Orillard é a nova Coordenadora do UNAIDS no Brasil

Georgiana Braga-Orillard

BRASÍLIA [ ABN NEWS ] – Chegou à Brasília a nova Coordenadora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) no Brasil, a Sra. Georgiana Braga Orillard. Vinda do escritório do UNAIDS em Genebra e com mais de 15 anos de experiência nas Nações Unidas, Georgiana traz ao escritório do Brasil uma nova perspectiva global.

“O Brasil é um exemplo em relação à resposta à Aids. Desde cedo o governo, a sociedade civil e entidades privadas se mobilizaram. Espero contribuir para continuar a mover essa agenda e chegar ao objetivo de zero novas infecções, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS”.

Georgiana ocupou vários cargos na sede do UNAIDS em Genebra, inclusive o de Assessora do Diretor Executivo nos últimos cinco anos, onde ela gerenciou sua agenda política, dando visibilidade à liderança do Programa e sucessos em setores estratégicos. Nesse posto, ela trabalhou junto a oficiais de governo do mais alto nível e vários parceiros, incluindo pessoas vivendo com o HIV em diversos países. Georgiana combina uma forte experiência nas Nações Unidas e no setor privado. Ela também trabalhou para a Radio Television Hong Kong e o South China Morning Post, os dois maiores grupos de comunicação de Hong Kong, China. Dirigiu o programa conjunto de responsabilidade social dessas empresas, onde mobilizou um grande número de atores da comunidade e do setor privado em prol de associações caritativas atuantes na China.

Brasileira. Fluente em inglês, francês e espanhol. Bacharel em Relações Internacionais da Universidade de Brasília e mestre em Relações Internacionais e Ciencia Política do Instituto de Altos Estudos Internacionais e do Desenvolvimento de Genebra, Suíça. Georgiana tem certificado de Estudos Germânicos da Universidade de Essen, Alemanha e certificado de Estudos de Defesa e Segurança Internacional da Universidade de Tampere, Finlândia.

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Feira Internacional de Macau 2013 começa dia 17 de Outubro

MACAU [ ABN NEWS ] — A 18ª edição da Feira Internacional de Macau (MIF, na sigla em inglesa) inicia-se na próxima semana com um número de inscrições que revela que o certame está cada vez mais atractivo, afirmou quinta-feira o presidente da entidade organizadora.

Jackson Chang, presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), disse que o número de inscrições, além de “inspirar a confiança da organização”, demonstra que a MIF tem sabido assumir o papel de plataforma para as empresas que procuram alargar os negócios à China continental.

“A MIF está cada vez mais atractiva e tem-se revelado uma plataforma útil para que os participantes expandam os seus negócios para a China continental, provavelmente uma das razões de atrairmos mais pessoas”, disse Chang.

O presidente do IPIM exemplificou com o caso português, dizendo que o Pavilhão de Portugal terá este ano uma área dupla da do ano passado e mais de 70 empresas, algumas das quais estreantes.

Com mais de 1900 “stands”, a MIF regista este ano uma subida de 5,6%, em relação a 2012, aumento que foi foi justificado por Jackson Chang com o facto de este ano se realizar dias 5 e 6 de Novembro a 4ª Conferência Ministerial do Fórum Macau.

No total estima-se que estejam presentes, durante os quatro dias do evento, de 17 a 20 de Outubro, 4600 empresários e convidados de diversos sectores, locais e externos, para as exposições e conferências.

[Macauhub]

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Governo português vai vender em bolsa 70 dos Correios de Portugal

LISBOA [ ABN NEWS ] — O governo de Portugal decidiu proceder à alienação em bolsa de 70% do capital social dos CTT – Correios de Portugal, de acordo com o comunicado divulgado quinta-feira em Lisboa no final da reunião do Conselho de Ministros.

O modelo definido pelo governo prevê que sejam alienadas “um número de acções representativas de uma percentagem de até 70% do capital do social” através de duas operações distintas: uma oferta pública de venda (OPV) no mercado nacional (retalho) e a venda directa a um conjunto de instituições financeiras, “que ficam obrigadas a proceder à subsequente dispersão das acções nos mercados de capitais.”

O governo irá aprovar a prazo a repartição dos 70% a alienar em bolsa entre o retalho e investidores institucionais, sendo já conhecido que 5% das acções serão reservadas aos trabalhadores com um desconto de 5% face ao valor fixado para a venda.

De acordo com a imprensa portuguesa, o governo optou pela OPV, em detrimento da venda directa antecipando um encaixe financeiro mais elevado e por considerar que os CTT têm características que os tornam mais atractivos para este tipo de operação.

O jornal português Público noticiou entretanto que a médio prazo o governo português pretende desfazer-se dos restantes 30% que manterá depois desta operação de privatização parcial.

[Macauhub]

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